Cacerense

12/07/2008 01:30:24

Novo técnico do Cacerense já foi campeão Catarinense e da Mercosul. Confira.

Abel campeão 1º Mercosul
 
 

Este jogo abriu a competição. Não poderia ter sido melhor, pois colocava frente a frente o Campeão Catarinense 1994  e  o já consagrado Olímpia (Paraguai), duas vezes Campeão da Libertadores e Campeão Mundial Interclubes em 1979.

O técnico Abel Ribeiro (que viria a ser Campeão Catarinense 1999 com o mesmo Figueirense) comandou o primeiro coletivo em 26 de janeiro após uma pré-temporada em Angelina e Santo Amaro da Imperatriz. A zaga do Figueirense era a mesma do ano anterior, 1994. Porém, a diretoria chamava atenção aos jogadores Zé Cley (atacante), Alexandre Lopes (meia) e Édson Bela (atacante).

Já o Olímpia dispensava apresentações. A começar com o técnico Miguel Piazza que havia sido campeão mundial em 1979, jogando no próprio Olímpia.

                 Aqui está a ficha técnica do jogo:
 
     FIGUEIRENSE     2 (1)       OLÍMPIA  2 (0)
       Rogério 
       Felício (Sandro)
 
       Gelásio
 
       Solis
 
       Denílson
 
       Gilmar Serafim
 
       Oliveira
 
       Ricardo
 
       Alexandre Lopes (Waldec)
 
       Zé Cley
 
       Édson Bela
 
       Técnico: Abel Ribeiro
        Battaglia 
        Cáceres
 
        Sarabia
 
        Caballero
 
        Suarez
 
        Sanabria
 
        Jara Heyn (Estecho)
 
        Sotelo (Kania)
 
        Ramirez
 
        Samaniego
 
        Baez
 
        Técnico: Miguel Angel Piazza
Arbitragem: Roque Bonhemberger, auxiliado por Clésio Moreira dos Santos e Cleydi Mary dos Santos 
Gols: Ricardo (F) 17' do 1º tempo; Samaniego (O) 2', Zé Cley (F) 32', Baez (O) 35' do 2º tempo. Oliveira (F) 10' do 1º tempo da prorrogação.
 
Cartão vermelho: Caballero (O)
      Público:  2.000 pagantes 
      
 
      Renda:   R$ 18.836,00
  
 FIGUEIRENSE  X  JOINVILLE  

Em menos de dois meses o Figueirense estava em mais uma final de competição, desta vez em em torneio internacional. Em dezembro de 1994 o Alvinegro sagrou-se Campeão Catarinense.

A final garantiria a uma equipe catarinense o primeiro título internacional. Sim, se torneios como o Troféu Constantino Cury (organizado pelo São Paulo Futebol Clube) é valorizado por alguns, por que não a Iª Copa Mercosul? Ora, independente do jogo final ser um clássico estadual, a competição contou com 3 equipes internacionais, além de uma paranaese.

O curto período da Copa deveria respeitar o calendário 1995 quando os torneios regionais iniciariam na mesma semana da final.Independente disto, a final estava aí: inicialmente marcada para o dia 6 de fevereiro, o jogo foi transferido para o dia seguinte devido a fortes chuvas que atingiram Florianópolis na ocasião. Mesmo transferido, a chuva atrapalhou muito no dia 7 de fevereiro.  Mesmo assim, mais de 5 mil alvinegros compareceram na decisão e foram testemunhas oculares do Primeiro Título Internacional do Figueirense Futebol Clube.

Acompanhe a ficha técnica da final:
 

     FIGUEIRENSE    0 (1)     JOINVILLE    0 (0) 
       Rogério
       Felício

       Solis

       Gelásio

       Denílson

       Gilmar Serafim

       Oliveira

       Antunes

       Biro-Biro

       Zé Cley

       Édson Bela

       Técnico: Abel Ribeiro
      Sílvio
      Jairo Santos

      Fonseca

      Everaldo

      Benson (?)

      Veiga

      Vander Luiz

      Gilmar

      Dauri

      Pedralli

      Jorge Luiz

      Técnico: Paulinho de Almeida
Arbitragem: Roque Bonhemberger, auxiliado por Clésio Moreira dos Santos e Cleydi Mary dos Santos.
Gol: Biro-Biro (F) aos 15' do 1º tempo da prorrogação.

Expulsões: Benson (J) , Oliveira (F) e Everaldo (J).
      Público: 5.271 pagantes       Renda : R$ 48.469,00

                 

O Figueirense fazia belas jogadas entre Édson Bela e Denílson. No lado do Joinville, os destaques estavam com os atacantes Pedralli e Jorge Luiz. O Figueirense começa atacando em uma jogada de Denílson para Édson Bela, cruzamento para Zé Cley cabecear para fora.

Benson faz falta por trás e é expulso, pois já tinha cartão amarelo. Inexplicavelmente, Oliveira também é expulso em lance posterior, mas nem havia tomado cartão amarelo. Aos 38 minutos, Zé Cley faz uma jogada individual e chuta para fora. Jairo Santos perde um gol para o Joinville.


No segundo tempo as equipes pouco acrescentaram e o placar não se alterou. Para ser campeão, o Figueirense passaria por mais uma prorrogação. O lance decisivo se deu aos 15 minutos do 1º tempo da prorrogação: Zé Cley dribla Sílvio e cai - o juiz marca penalidade máxima. Everaldo reclama e é expulso. Biro-Biro cobra o pênalti e sai para comemorar - É O GOL DO TÍTULO!!!

A torcida alvinegra invade o gramado e a Taça é circulada pelo campo, erguida por jogadores e torcedores. Um dos torcedores desabafa: "Hoje é dia da festa do Figueirense. Não pudemos comemorar o título do ano passado".


O nome do taça escolhido foi : "TROFÉU  MANOEL  MOTTA"
  

FIGUEIRENSE FUTEBOL CLUBE


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CAMPEÃO  DA  Iª COPA  MERCOSUL 1995